Cientistas
estão convencidos que antepassados da
África compartilharam há 40.000
anos uma caverna na Sibéria nas montanhas
de Altai chamado Denisova.
A caverna vem sendo estudada desde os anos
setenta e tem evidência da presença
humana há pelo menos 125.000 anos.
Achados de ferramentas, contas cilíndricas,
colares, agulhas, concha de avestruz esculpida
e uma fabulosa pulseira verde demonstram um
pouco o hábito destes ancestrais.
Foram descobertos alguns restos humanos como
um par de dentes e fragmentos de um dedo.
O osso do dedo é de uma criança
de aproximadamente 5 a7 anos.
Por meio do sequenciamento do DNA pesquisadores
identificaram um tipo até então
desconhecido de hominídeo que descende
do mesmo antepassado de Neandertais e homens
modernos e o novo indivíduo teria surgido
um milhão de anos atrás.
O estudo sugere que as três linhagens
podem ter habitado a região simultaneamente.
O achado sugere que esses hominídeos
vieram da África rumo à Eurásia,
provando que o homem andava muito pelo mundo
todo, e interagia com outras linhagens de humanos.
O estudo feito a partir do sequenciamento de
DNA conforme estudo do Departamento de Genética
do Instituto Max-Planck de Antropologia Evolutiva
na Alemanha está começando a chegar
à posição em que será
possível descobrir quando o homem passou
a ser um “ser humano moderno”, deixando
o hominídeo para o passado.